| Edu Andrade / Agência Estado |
Por Lucca Rebelato
A Portuguesa vinha de boa vitória contra o lanterna Náutico. O Inter já sofria pressão pela inconstância na competição e por uma posição na tabela inferior ao nível de investimento do clube. E quando as duas equipes entraram em campo em Novo Hamburgo, o que se viu foi uma grande batalha no meio campo e poucas chances para ambos os lados.
Na primeira etapa, os times erravam muitos passes e a bola dificilmente atravessava as intermediárias. A Portuguesa, em sua proposta, não deixava espaços para o colorado, que raramente levava perigo ao gol de Gledson. As melhores chances saíram em chutes de fora da área da lusa. Souza, Henrique e Moisés fizeram Muriel trabalhar. Já os mandantes somente levaram perigo em arremate de Josimar, obrigando o goleiro rubroverde a fazer bela defesa.
No segundo tempo, logo aos 3 minutos, Índio é expulso por cotovelada em Henrique. O Inter então passou a arriscar mais de longe. Gledson teve de fazer belas defesas para garantir a igualdade no placar. A mais clara chance veio em cobrança de falta de Scocco, onde a bola passou por todos os defensores e o arqueiro da lusa, no reflexo, salvou. Então, quando o placar em branco parecia definitivo, aos 41 minutos, Diogo avança pela direita, recebe a bola na linha de fundo e cruza na cabeça de Wanderson, que cabeceia firme e garante a vitória para os paulistas.
Com os 3 pontos, a Portuguesa abre 4 pontos de vantagem para o Criciúma, primeiro time da zona de rebaixamento, e chega à 14ª posição. Já o Inter perde a chance de encostar em seu rival, Grêmio, primeiro time do G-4. Mais uma vez, os gaúchos não conseguem que o investimento feito em contratações se reflita em campo.
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