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No Paulistão de 1998, a grande decisão seria disputada entre São Paulo e Corinthians, dois confrontos no Morumbi. Na primeira partida, vitória do alvinegro por 2 a 1. Foi então que, aproveitando brecha no regulamento da competição, o tricolor conseguiu repatriar o ídolo Raí e inscrevê-lo a tempo de disputar a decisão. Para conseguir o título, o time teria de vencer a partida por qualquer placar, já que tinha vantagem por ter feito melhor campanha.
No início, o São Paulo tomava a iniciativa. França, antes dos 25 minutos de partida, já havia feito Nei trabalhar duas vezes. O Corinthians ameaçava nas bolas paradas de Marcelinho Carioca. Em escanteio, Cris aparece livre, mas coloca por cima do gol. Então, aos 30 minutos, o placar é inaugurado. O cruzamento de Zé Carlos é travado, mas a bola sobra para França, que ajeita de cabeça para trás. Raí aparece livre e cabeceia para o fundo das redes. O primeiro tempo acabaria assim: 1 a 0.
Na segunda etapa, quem esperava um São Paulo recuado se enganou. Apesar de ter a vantagem no placar, o time do Morumbi não deixou de atacar. Em mais um chute de França, Nei coloca para escanteio. Porém quando parecia que os mandantes marcariam o segundo, o Corinthians, em contra-ataque, chega ao empate. Aos 5 minutos, Rincón lança Didi, que havia entrado no intervalo. O atacante domina, observa o posicionamento de Rogério Ceni e manda no ângulo. Golaço.
Com esse gol, o título estava mais perto do Parque São Jorge. Então, o tricolor foi ao ataque e, pouco tempo depois, reassumiu a liderança no placar. França tabela com Raí pelo meio e aparece cara a cara com Nei. O atacante toca com frieza, no canto: 2 a 1.
Atrás no marcador, o Corinthians tem sua grande oportunidade aos 18 minutos. Mirandinha aproveita cruzamento de Marcelinho e cabeceia, mas a bola passa rente a trave e vai para fora. Pelo São Paulo, Denílson por pouco não marca. Mas sairia de seus pés o terceiro gol. Em bela jogada individual, o meia-atacante chega à linha de fundo e toca de calcanhar para França, que gira, faz seu segundo gol na partida e sela o resultado.
Depois de mais alguns minutos, onde Zé Carlos ainda salva em cima da linha o segundo tento corintiano, o time de Nelsinho Baptista é campeão paulista. Seria o 19º caneco estadual do time do Morumbi, maior feito da geração de França e Denílson, que tinha ainda o jovem Rogério Ceni iniciando sua trajetória de títulos e o ídolo Raí retornando ao clube que o consagrou.
Na segunda etapa, quem esperava um São Paulo recuado se enganou. Apesar de ter a vantagem no placar, o time do Morumbi não deixou de atacar. Em mais um chute de França, Nei coloca para escanteio. Porém quando parecia que os mandantes marcariam o segundo, o Corinthians, em contra-ataque, chega ao empate. Aos 5 minutos, Rincón lança Didi, que havia entrado no intervalo. O atacante domina, observa o posicionamento de Rogério Ceni e manda no ângulo. Golaço.
Com esse gol, o título estava mais perto do Parque São Jorge. Então, o tricolor foi ao ataque e, pouco tempo depois, reassumiu a liderança no placar. França tabela com Raí pelo meio e aparece cara a cara com Nei. O atacante toca com frieza, no canto: 2 a 1.
Atrás no marcador, o Corinthians tem sua grande oportunidade aos 18 minutos. Mirandinha aproveita cruzamento de Marcelinho e cabeceia, mas a bola passa rente a trave e vai para fora. Pelo São Paulo, Denílson por pouco não marca. Mas sairia de seus pés o terceiro gol. Em bela jogada individual, o meia-atacante chega à linha de fundo e toca de calcanhar para França, que gira, faz seu segundo gol na partida e sela o resultado.
Depois de mais alguns minutos, onde Zé Carlos ainda salva em cima da linha o segundo tento corintiano, o time de Nelsinho Baptista é campeão paulista. Seria o 19º caneco estadual do time do Morumbi, maior feito da geração de França e Denílson, que tinha ainda o jovem Rogério Ceni iniciando sua trajetória de títulos e o ídolo Raí retornando ao clube que o consagrou.
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