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| Foto de Jorge Araújo/Folha Press |
O São Paulo
terminou a fase classificatória daquele campeonato em primeiro lugar, com uma
boa vantagem para o segundo, São Caetano. Como dizia o regulamento, o tricolor paulista
enfrentaria o oitavo e último classificado para os playoffs, o Santos. O time da
Vila, havia conseguido a vaga na última rodada, deixando de fora o Cruzeiro.
Para muitos o
São Paulo que era treinado por Oswaldo de Oliveira passaria fácil para as semifinais,
mas, não foi o que aconteceu. O confronto trazia a campo, diversos jogadores
jovens dos dois lados: Kaká, Julio Baptista, Fábio Simplício e até mesmo o
jovem Luís Fabiano representavam o lado tricolor. Já o peixe, que era treinado por Emerson Leão, contava com Robinho,
Elano, Renato, Paulo Almeida e Diego, o destaque do confronto.
No primeiro
jogo, deu peixe, gols de Robinho, Alberto e Diego. Kaká descontou para o São Paulo.
Já no jogo decisivo, o time do Morumbi precisava vencer por 2 a 0, já que possuía
a melhor campanha. Na cobrança de escanteio de Ricardinho, Luís Fabiano abriu o
placar, deixando a torcida no estádio do Morumbi confiante na virada. Mas aí,
começou o show dos meninos da Vila, Léo, em uma belíssima jogada cheia de
tabelas, empatou. O jogo abriu, o São Paulo criava, mas esbarrava em Fábio
Costa, que brilhou na reta final daquele campeonato. Já o Santos entrava como
queria na área defendida por Rogério Ceni, e em outra bela jogada de contra-ataque,
Diego definiu o confronto com um gol de muito talento.
Diego partiu
para a comemoração, no escudo do São Paulo. Confusão armada. Entre discussões e
brigas, o Santos deixou o Morumbi e seguiu no campeonato para ser campeão
brasileiro daquele ano, e a imagem da comemoração de Diego ficará sempre na
história.

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