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| Placar |
Quando Corinthians e Grêmio se enfrentam pela Copa do Brasil, o que não
falta é emoção. Será assim amanhã e foi assim há 18 anos em duelo válido pela
finalissima. O ano de 1995 foi mais que vitorioso para o Tricolor Gaúcho. O elenco que contava com nomes como Paulo Nunes, Jardel, Danrlei, Arce, e outros conquistou, naquele mesmo ano, o título da Libertadores da América. Já o Corinthians
conquistaria naquele ano o Campeonato Paulista, quebrando uma sequencia de
títulos do Palmeiras, e contava com nomes um pouco mais modestos, mas que
jogavam com a raça que a fiel sempre admirou.
O favorito absoluto era o time de Luiz Felipe Scolari, porém, no
primeiro jogo realizado no Pacaembu, o time paulista comandado por Marcelinho
Carioca e Viola massacrou o rival em oportunidades de gol. O placar só foi
aberto depois de diversas chances serem desperdiçadas ou acabarem em grandes defesas de Danrlei. Gol de Viola na bola parada de Marcelinho. O balde de água fria
veio no segundo tempo, Luiz Carlo Goiano empatou, em vacilo da defesa
corintiana. Mas, em uma cobrança de falta magistral, Marcelinho levou o Pacaembu
ao delírio com um chute certeiro no ângulo de Danrlei.
No jogo decisivo no Estádio Olímpico, a rivalidade começou cedo. Segundo
relato de Zé Elias, o Timão enfrentou fogos à noite, vestiário sem água e uma
força excessiva dos gremistas. O técnico Eduardo Amorim do Timão, preparou uma surpresa,
ao invés de defender, o Corinthians atacou forte nos primeiros minutos, criou chances em rápidos
contra-ataques, até que em uma bola roubada por Souza, Marques acelerou em
direção ao gol, tocou para Viola que foi desarmado pela zaga gremista. A bola
sobrou para Marcelinho, o nome do confronto, marcar o gol do primeiro título de
Copa do Brasil corintiano.
A partir dai, foi a vez da estrela do goleiro Ronaldo brilhar, ele fechou
o gol, com defesas que ficaram para sempre na memória da torcida do
Corinthians. No apito final, vitória de um elenco que contava com a força de Zé
Elias, velocidade de Marques, qualidade na bola parada de Marcelinho e o
oportunismo de Viola, além de Ronaldo, goleiro que para muitos é o maior da
história alvinegra.
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